A tragédia que tirou a vida de Diogo Jota e de seu irmão André Silva continua repercutindo profundamente no mundo do futebol. Segundo conclusão da polícia espanhola, divulgada nesta terça-feira, 8 de julho, o atacante do Liverpool dirigia em alta velocidade na madrugada de 3 de julho, quando perdeu o controle do carro e sofreu o acidente fatal na região de Zamora, no noroeste da Espanha. As marcas de pneu na pista indicam que o veículo, um Lamborghini Huracán, trafegava acima do limite permitido de 120 km/h. Os dois irmãos morreram carbonizados ainda no local, após o automóvel sair da estrada e pegar fogo.
A identificação de Jota como motorista do carro foi confirmada pela Guarda Civil, que também investiga a possibilidade de um pneu ter estourado durante uma ultrapassagem, o que pode ter contribuído para a perda de controle. Além disso, o estado do asfalto na rodovia A-52 está sendo analisado como possível fator agravante do acidente. Apesar de o caso ainda estar sob investigação, o excesso de velocidade já é apontado como a principal causa do ocorrido, segundo os relatórios iniciais.
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